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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Se pudesse viver novamente minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser perfeito, relaxaria mais. Teria menos pressa e menos medo. Daria valor secundário as coisas secundárias, na verdade bem poucas coisas levaria a sério. Seria muito mais alegre do que fui, só na alegria existe vida. Manteria uma distância enorme das pessoas ciumentas e possessivas. Seria expontâneo. Correria mais riscos. Viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios. Seria mais ousado. A OUSADIA move o mundo. Iria a mais lugares! Onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos sopa, Teria mais problemas reais, e menos problemas imaginários. Eu fui uma dessas pessoas que, viviam preocupadamente cada minuto da vida. Claro que tive momentos de alegria. Mais se pudece voltar a viver tentaria ter somente bons momentos. A vida é feita disso, só de momentos. Nunca perca o seu agora. Mesmo porquê nada garante que estaremos vivos, amanhã de manhã. Eu era um desses que não ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda chuva ou um pára-quedas. Se voltasse a viver viajaria mais livre. Não levaria comigo nada que fosse apenas um fardo. Se pudesse voltar a viver começaria a andar descalço, no início da primavera, e continuaria assim até o final de outono. Jamais experimentaria os sentimentos de culpa ou ódio. Teria amado mais a liberdade e teria mais amores do que tive. Viveria cada dia como se fosse um prêmio. E como se fosse o último. Daria mais voltas, na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria muito mais do que brinquei. Teria descoberto, muito mais cedo, que só o prazer nos livra da loucura. Tentaria uma coisa nova todos os dias. Se tivesse, outra vez, uma vida pela frente!!!

quinta-feira, 8 de julho de 2010


No fim das contas, quando vamos perceber, tudo que precisamos mesmo é estar próximos de alguém. Então, essa coisa, onde todos nós mantemos nossa distância e fingimos não nos importar uns com os outros, é normalmente um monte de abobrinha. Então nós vamos e escolhemos de quem queremos ficar perto, e uma vez que escolhemos aquelas pessoas, tendemos a continuar perto. Não importa quanto nós os magoamos, as pessoas que estão contigo no fim são aquelas que vale a pena manter. E, claro, às vezes o perto pode ser perto demais. Mas, às vezes, essa invasão do espaço pessoal pode ser exatamente do que precisamos.
GA